Separadas por apenas 12 quilômetros em linha reta, Primeira Cruz e Humberto de Campos, vivem hoje realidades bem diferentes quando o assunto é educação e gestão pública. Enquanto em Humberto de Campos os números avançam, em Primeira Cruz os dados oficiais acendem um alerta vermelho, principalmente no uso dos recursos do FUNDEB.
Em vez de focar na gestão e na correta aplicação do dinheiro da educação, o prefeito Dr. Guilherme, de Primeira Cruz, prefere investir tempo em ataques políticos contra a gestão de Luís Fernando. O problema é que a politicagem não segura aluno em sala de aula nem garante recursos. No fim de 2025, a gestão anunciou um abono de R$ 10 mil para servidores da educação, mas deixou de executar recursos que deveriam ter sido aplicados em tempo integral, atividades complementares e merenda no contraturno.
A consequência dessa má gestão aparece no Censo Escolar de 2025. Primeira Cruz perdeu 706 alunos em relação ao ano anterior. Além disso, a rede municipal, que tinha 32% dos alunos em tempo integral, foi praticamente zerada nesse modelo. Menos alunos e menos programas significam menos dinheiro, o FUNDEB do município despencou de R$ 50,7 milhões em 2025 para R$ 27,7 milhões em 2026, quase metade do orçamento da educação indo embora.
Diante disso, a pergunta é simples e direta, quem está no caminho certo? De um lado, Primeira Cruz perde alunos, programas e recursos. Do outro, Humberto de Campos, sob a gestão de Luís Fernando, amplia ações, fortalece a educação e coleciona resultados, como o Selo Ouro da Educação, conquistado por apenas 27 municípios no Maranhão. A distância entre as cidades é pequena, mas a diferença na forma de governar nunca foi tão grande.

